Ainda bem que sempre existe outro dia. E outros sonhos. E outros risos. E outras coisas.
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
quarta-feira, 25 de janeiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
segunda-feira, 23 de janeiro de 2012
Eu quero andar de mãos dadas com quem sabe que entrelaçar os dedos é mais do que um simples ato que mantém mãos unidas. É uma forma de trocar energia, de dizer:
- Você não se enganou, eu estou aqui.
Porque por mais que os obstáculos nos desafiem, o que realmente permanece costuma vir de quem não tem medo de ficar.
“…Eu não podia apenas sorrir quando me lembrasse de você? Mas acontece tipo assim: lembro do seu rosto, do seu abraço, do seu cheiro, do seu olhar, do seu beijo e começo a sorrir, é assim mesmo, automático, como se tivesse uma parte do meu cérebro que me fizesse por um instante a pessoa mais feliz do mundo, mas que só você, de algum modo, fosse capaz de ativar.”
(Caio fernando Abreu)
Quanto tempo a gente perde na vida? Se somarmos todos os minutos jogados fora, perdemos anos inteiros.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela. O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação…atalho.
Uma pessoa é sempre bruta com você? Não é obrigatório conviver com ela. O cara está enrolando muito? Beije-o primeiro.A resposta do emprego ainda não veio? Procure outro enquanto espera.
Paciência só para o que importa de verdade. Paciência para ver a tarde cair. Paciência para sorver um cálice de vinho. Paciência para a música e para os livros. Paciência para escutar um amigo. Paciência para aquilo que vale nossa dedicação.
Pra enrolação…atalho.
”- Eu adoro esta parte. A luz vai apagando devagarzinho. O mundo lá fora vai se apagando devagarzinho. Os olhos da gente vão se abrindo. Daqui a pouco a gente não vai nem mais lembrar que está aqui.
- Que tipo de história vai ser?
- Comédia romântica com aventura. Tem um mocinho namorador… que nunca se apaixonou por ninguém até conhecer a mocinha. Tem uma mocinha que vai sofrer bem muito… porque o amor do mocinho é cheio de problemas. Tem um bandido que só quer saber de matar o mocinho… ou de ficar com a mocinha ou as duas coisas. Tem uma mulher que também quer o mocinho… mas ele não quer nada com ela. E tem também mais uma ruma de personagens… que vão ficar fazendo graça para animar a história. Uns vão terminar quase tão bem quanto o mocinho e a mocinha… e outros quase tão mal quanto o bandido… conforme eles ajudem ou atrapalhem o romance.
- Você já viu?
- Não, mas é sempre assim.
- Qual é a graça?
- A graça não é saber o que acontece. É saber como acontece. E quando acontece. A gente vai conhecer um monte de pessoas novas… um monte de problemas que a gente não pode resolver, que só eles podem. Vamos ver como. E quando. Está começando!”
(Lisbela e o prisioneiro)
E ás vezes no silêncio do meu dia, no momento mais conturbado da minha alma, paro pra pensar em quando tudo isso começou. Eu sei, todos nós desperdiçamos oportunidades, chances, pessoas, amores…
Mas de alguma forma, quando eu te conheci, eu sabia que seria você.
Mas de alguma forma, quando eu te conheci, eu sabia que seria você.
Talvez tenha demorado pra perceber, mas o fato foi que percebi e naquele momento eu tive a certeza de que não podia te perder. Eu temia que fosse amor. Mas, de repente me senti tomada por algo mais forte que eu e de alguma forma você teria que ser meu.
domingo, 22 de janeiro de 2012
sábado, 21 de janeiro de 2012
Mas é preciso escolher. Porque o tempo foge. Não há tempo para tudo. Não poderei escutar todas as músicas que desejo, não poderei ler todos os livros que desejo, não poderei abraçar todas as pessoas que desejo. É necessário aprender a arte de “abrir mão” – a fim de nos dedicarmos àquilo que é essencial.
Se, ao acordar, posso escolher uma roupa, posso escolher também o sentimento que vai vestir meu dia. Se, no percurso, posso errar o caminho posso também escolher a paisagem que vai vestir meus olhos. A mesma articulação que tenho para reclamar, tenho para agradecer. E, se posso me adornar com a alegria, não é a tristeza que eu vou tecer. Que hoje e sempre, seja mais um belo dia!
Eu desejava conhecer alguém da maneira mais idiota, e me apaixonar… Eu acreditava que, assim como nos filmes, tudo terminaria bem. Acreditava também ter amigas para sempre.Olha, eu estava enganada… mas não me culpo por isso. A ingenuidade que me habitou naquele tempo, foi destruída da pior maneira possível , mas também da mais eficaz.
Sou tímida. Um montão de gente ri quando falo isso, mas sou tí-mi-da. Só quem me conhece a fundo sabe. É que sou o tipo de gente que todo mundo pensa que conhece. Mas se enganam feio. Pouquíssima gente me desvenda. Mostro só o que quero. Não por maldade, mas por proteção. A gente tem que aprender a se proteger. Das escolhas dos outros. E até mesmo das nossas próprias escolhas.
“Ele pode estar olhando tuas fotos neste exato momento. Por que não? Passou-se muito tempo, detalhes se perderam. E daí? Pode ser que ele faça as mesmas coisas que você faz escondida, sem deixar rastro nem pistas. Talvez, ele passa a mão na barba mal feita e sinta saudade do quanto você gostava disso. Ou percorra trajetos que eram teus, na tentativa de não deixar que você se disperse das lembranças. As boas. Por escolha ou fatalidade, pouco importa, ele pode pensar em você. Todos os dias. E, ainda assim, preferir o silêncio. Ele pode reler teus bilhetes, procurar o teu cheiro em outros cheiros. Ele pode ouvir as tuas músicas, procurar a tua voz em outras vozes. Quem nos faz falta, acerta o coração como um vento súbito que entra pela janela aberta. Não há escape. Talvez, ele perceba que você faz falta e diferença, de alguma forma, numa noite fria. Você não sabe. Ele pode ser o cara com quem passará aquele tão sonhado verão em Paris. Talvez, ele volte. Ou não.”
(Caio Fernando Abreu)
(Caio Fernando Abreu)
“Que o medo não nos paralise. Que toda tristeza venha só de visita, com hora marcada e passagem pra ir embora. Que os sorrisos nos fortaleçam.
Que os amigos nos amparem. Que a alegria seja o pão-nosso-de-cada-dia. Que cada um cuide do que diz e do que sente, sem dar importância demais aos que os outros pensam. Que o sono venha de uma consciência tranquila. Que a felicidade, nunca, jamais, em tempo algum, seja vendida em cápsulas numa farmácia.
Que o amor seja capaz de transformar o mundo a nossa volta.
Que os anjos digam Amém.”
“Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. “
(Caio Fernando Abreu)
“A vida é complicada porque nós mulheres romantizamos tudo, ou quase tudo, ou justamente o que não deveríamos. A gente faz planos mesmo em cima dos silêncios deles, a gente vê beleza em cada sumiço, a gente vê olhares de amor no mais puro olhar de tesão, nós temos a mente completamente diferente da deles.”
(Tati Bernardi)
(Tati Bernardi)
Sou cheia de manias. Sou teimosa. Raivosa, quando sinto-me atacada. Mas não imponho a minha pessoa a ninguém. Não imploro afeto. Não sou indiscreta nas minhas relações. Tenho poucos amigos, porque acho mais inteligente ser seletivo a respeito daqueles que você escolhe para contar os seus segredos. Então, se sou chata, não incomodo ninguém que não queira ser incomodado. Chateio só aqueles que não me acham uma chata, por isso me querem ao seu lado. Acho sim, que, às vezes, dou trabalho.
Um dia ainda vamos brigar por você ter pego o meu travesseiro. Um dia eu vou reclamar que o seu café é ruim. Um dia eu vou chegar do trabalho tarde e vou sorrir pois seu café “ruim” estará servido pra mim. E quem sabe um dia você vai aprender a fazer um café que preste? Talvez no mesmo dia que eu aprender a cozinhar algo que não seja miojo? Um dia eu vou pintar a nossa casa de verde, como você falou que acha bonito. E quem sabe a gente se beije na formatura, quando nos entregarem os diplomas, pra todos saberem o quanto nós estamos apaixonados. Sabe, eu não quero casar na igreja, isso é bobagem pra mim. Mas se você quiser nos podemos viajar pra Paris escondidos e casar por lá, como nos filmes. E depois nós podemos viajar pelo mundo, mesmo que seja com um carro velho e barulhento. Vamos combinar de só voltar pra cidade onde nascemos só quando estivermos bem velhinhos, então vamos ficar sentados na varanda conversando assim como os nossos avós faziam. E vamos ficar assim, juntos, até o fim dos tempos.
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