Mesmo se pudesse, eu não te deixaria. Você que criou os meus sorrisos mais bobos, os sonhos mais intensos. Você que me fez descobrir o que era amor. Você que me fez acreditar que ‘para sempre’ existia mesmo.
domingo, 22 de abril de 2012
Quando você ler até a última página do meu Blog, os rascunhos em meu caderno e souber o significado de cada foto que eu usei como post, talvez eu aceite algum palpite seu. Caso contrário, não venha vomitar as suas idealizações prematuras sobre mim. Desculpa mundo, cansei de pessoas agindo como se realmente me conhecessem.
A diferença está marcada.
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