sábado, 27 de agosto de 2011


      À minha amigaa Sandy, por considerar  ' liinda liiinda '  ( palavras delaa ) '


Realmente muiito linda  mesmoo amigaa '
                                
                                                                          >.<




Te amoo lindiinhaaa '


Não sabes a falta que me faz a simplicidade. Acordar durante a a semana e assistir desenho enquanto o almoço não fica pronto. Passar no parquinho depois da escola, montar uma loja com pertences da minha avó e brincar de vendedora. Brincar na lama, correr na rua enquanto chove, subir no pé de goiaba... Uma delícia. Uma saudade.Gostaria de citar muito mais coisas, mas o tempo não permite.
Ser simples é ser criança. É uma pena que atualmente elas se interessem pelos celulares de seus pais, pelo brilho da tela do computador em vez de tudo aquilo que existia antes. Não que não exista mais, mas as pessoas enterraram o que realmente é bom, o que ensina a viver. Eu particularmente acho que não existe mais infância. Conheço meninas de dez anos que já beijam na boca, correm atrás de meninos, dançam como mulheres e o pior... se parecem com uma. É tudo tão precoce que chega a me dar medo.
Analisando esse lado da coisa só posso chegar a uma conclusão: A geração está perdida e a tendência é piorar.


Os anos passam e quando a gente menos espera, percebemos que já não somos mais crianças.
Tudo na escola fica mais difícil, nós temos de administrar coisas que antes passavam longe de nós, temos de lidar com responsabilidades, os problemas e as delícias de ser adolescente.
O Ensino Fundamental termina, começamos o Ensino Médio, e a preocupação de um vestibular bate na nossa porta.
Eis que surge a dúvida: o que eu quero ser? Qual faculdade escolher? Que profissão seguir?
É claro, todos somos muito jovens e uma decisão dessas pode mudar as nossas vidas.
Eu sempre mudei de ideia, já quis ser professora, médica, advogada... mas nunca chegava no ponto chave.
Até que um dia eu tive um apoio. Uma aula, uma orientação.
Uma grande profissional me orientou, ela não me deu de bandeja a profissão da minha vida. Ela trabalhou com a minha mente e me fez buscar o melhor de mim.
A grande verdade é, reflita, analise, perceba o que você faz de melhor. Quando você tiver certeza de qual é seu dom, é partindo dele que você construirá seu futuro.
Você pode ser um ótimo escritor, um grande conselheiro, um grande músico, com ótimo condicionamento físico. Você pode ser uma pessoa que lida com as palavras melhor do que ninguém.
E então, quando você descobrir quem realmente és, saberá o que seguir.